Preto no branco.
Refúgio no ópio.
Pintura na tela.
Amor e ódio.
Por que tem que ser sempre
a mesma novela?
Cinzas no prato.
Pulmão carburado.
Alguém tem que pagar o pato.
Pato assado no prato.
Ação e reação.
Respirar e transpirar.
Razão ou coração?
Orar ou se conformar?
Justiça falha.
Desejo corrompido.
Bueiro entupido.
Engarrafamento as 6 da tarde.
Casamento ou liberdade?
Viver ou morrer.
Uma vida definida por escolhas.
A cada dia se constrói ou se destrói,
e se reconstrói.
Lidar com as contradições é viver com arte -
fazendo vidarte.
Pois é, agora além de alugar os ouvidos dos amigos, resolvi gritar alguns pensamentos na rede! =P
Eu tô desligada....
Chapada?
Não, apenas blogada!
Chapada?
Não, apenas blogada!
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Papo caótico
Eu não tenho talento para mentira
A minha gíria é manter o papo reto.
Eu vejo e sinto.
Eu penso e falo.
Meu instinto não é falho.
Há muito, eu descobri
que para falar a língua dos anjos
é preciso saber a língua dos homens.
A fúria que trago em meu peito
é não poder consertar o mundo
com minhas mãos.
Quisera eu tivesse
um super dom.
Às vezes me abalo,
mas sigo no tom.
Dignidade e verdade
são valores ultrapassados
para uma humanidade que
se emburrece ao ver a vida passar.
Otários!
Não aprenderam que o
bom mesmo é
tropeçar,
pecar,
sofrer,
aprender.
Percebi que a boa
não é somar,
é dividir.
Eles anseiam por respostas prontas,
mas eu vim para confundir.
Quero o caos!
Porque a ordem provem do caos.
Luana Dailla
A minha gíria é manter o papo reto.
Eu vejo e sinto.
Eu penso e falo.
Meu instinto não é falho.
Há muito, eu descobri
que para falar a língua dos anjos
é preciso saber a língua dos homens.
A fúria que trago em meu peito
é não poder consertar o mundo
com minhas mãos.
Quisera eu tivesse
um super dom.
Às vezes me abalo,
mas sigo no tom.
Dignidade e verdade
são valores ultrapassados
para uma humanidade que
se emburrece ao ver a vida passar.
Otários!
Não aprenderam que o
bom mesmo é
tropeçar,
pecar,
sofrer,
aprender.
Percebi que a boa
não é somar,
é dividir.
Eles anseiam por respostas prontas,
mas eu vim para confundir.
Quero o caos!
Porque a ordem provem do caos.
Luana Dailla
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
-IN tolerância
Ultimamente ando muito intolerante.
Cansei das mentiras, da falsidade, das manias dos outros, do cotidiano disse-me-disse, das chorumelas alheias...
Afinal, o que se leva da vida? Com certeza não é nada disso.
Não sei quem é certo, quem é errado. Nem sei se há algum parâmetro que determine o correto. Mas, só sei que o ser humano consegue se superar quando o quesito é chatice e monotonia. O que mais vejo são cérebros inúteis, que mais parecem irracionais de tão entediantes. Na ventura do banal, opto pelo ócio. Pelo menos, consigo por algumas horas consigo me abster da companhia de tanta inutilidade. O isolamento tem sido o melhor passatempo, porque é quando pelo menos me vêm a mente questionamentos e pensamentos ora interessantes, ora brilhantes.
Aos poucos vejo que o castelo de areia é realmente muito frágil para suportar a força das ondas.
A quem lê esse texto pode atribuir os adjetivos de agressivo, depressivo, revoltado ou até sem sentido.
Mas, não é nada disso. Apenas cansei do trivial. Prefiro o estado -in. Intolerante.
Luana Dailla
Cansei das mentiras, da falsidade, das manias dos outros, do cotidiano disse-me-disse, das chorumelas alheias...
Afinal, o que se leva da vida? Com certeza não é nada disso.
Não sei quem é certo, quem é errado. Nem sei se há algum parâmetro que determine o correto. Mas, só sei que o ser humano consegue se superar quando o quesito é chatice e monotonia. O que mais vejo são cérebros inúteis, que mais parecem irracionais de tão entediantes. Na ventura do banal, opto pelo ócio. Pelo menos, consigo por algumas horas consigo me abster da companhia de tanta inutilidade. O isolamento tem sido o melhor passatempo, porque é quando pelo menos me vêm a mente questionamentos e pensamentos ora interessantes, ora brilhantes.
Aos poucos vejo que o castelo de areia é realmente muito frágil para suportar a força das ondas.
A quem lê esse texto pode atribuir os adjetivos de agressivo, depressivo, revoltado ou até sem sentido.
Mas, não é nada disso. Apenas cansei do trivial. Prefiro o estado -in. Intolerante.
Luana Dailla
sábado, 6 de novembro de 2010
Resposta molhada
Meu sentimento é profundo.
Não mando,
Nem desmando.
Segue desgovernado.
Nem tudo posso ter, assim como
Não posso ter todos.
Mas, o mundo não pára, nem pode parar.
Gira constantemente.
Meu cuidado já não tem sentido.
Até os céus enviam a chuva,
para lavar ou
para lamentar.
Meu lamento se traduz
Em lágrima.
Na meia-luz do meu quarto,
Meu vaso de argila,
feito por mim-
Tão frágil, que acaba de se
fazer em pedaços após uma queda.
Desejo que a saudade fosse também assim.
Que se desfizesse de forma rápida.
Mas, ouvi que o aprendizado se adquire
com o tempo e com a dor.
Eu sinto.
Eu aprendo.
A vida tem que seguir.
Luana Dailla
Não mando,
Nem desmando.
Segue desgovernado.
Nem tudo posso ter, assim como
Não posso ter todos.
Mas, o mundo não pára, nem pode parar.
Gira constantemente.
Meu cuidado já não tem sentido.
Até os céus enviam a chuva,
para lavar ou
para lamentar.
Meu lamento se traduz
Em lágrima.
Na meia-luz do meu quarto,
Meu vaso de argila,
feito por mim-
Tão frágil, que acaba de se
fazer em pedaços após uma queda.
Desejo que a saudade fosse também assim.
Que se desfizesse de forma rápida.
Mas, ouvi que o aprendizado se adquire
com o tempo e com a dor.
Eu sinto.
Eu aprendo.
A vida tem que seguir.
Luana Dailla
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Inversão (invenção) de papéis
O tempo fecha.
Fatores mudam de posição.
A chuva cai.
Produtos alterados,
formando um novo resultado.
Nova operação
Matemática;
Idiomática;
Agitada;
Da gramática;
ax + by + c = 0
x² + y² = r²
H2 + O2 -> H2O
x² + y² + ax + by +c - r² = H2O
Árvore de concreto.
Parede de orvalho.
Coração de aço.
Fatores mudam de posição.
A chuva cai.
Produtos alterados,
formando um novo resultado.
Nova operação
Matemática;
Idiomática;
Agitada;
Da gramática;
ax + by + c = 0
x² + y² = r²
H2 + O2 -> H2O
x² + y² + ax + by +c - r² = H2O
Árvore de concreto.
Parede de orvalho.
Coração de aço.
domingo, 24 de outubro de 2010
A ordem a partir do caos
"Eu viro, me reviro em busca de respostas, imagens, lembranças
Em busca de meu eixo,
caída numa dimensão onde não há
chão, paredes ou teto.
O tempo e o espaço inexistem.
O som não pode ser reproduzido.
Um grito perdido no vácuo.
Meu manifesto é incompreendido.
Aniquilaram a minha presença
E nem senti.
O meu status é ausente.
Ausente para o mundo do faz-de-contas.
A minha realidade é a verdade.
Ordenando minha referência sem coordenadas."
Luana Dailla
Em busca de meu eixo,
caída numa dimensão onde não há
chão, paredes ou teto.
O tempo e o espaço inexistem.
O som não pode ser reproduzido.
Um grito perdido no vácuo.
Meu manifesto é incompreendido.
Aniquilaram a minha presença
E nem senti.
O meu status é ausente.
Ausente para o mundo do faz-de-contas.
A minha realidade é a verdade.
Ordenando minha referência sem coordenadas."
Luana Dailla
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
O amor foi banalizado ou as pessoas não sabem mais o que é o amor? Parte 2
Como dito e prometido, volto a este tema para colocar novos argumentos na tentativa de explicar tal banalização.
Talvez o fato das pessoas dizerem "eu te amo" da boca para fora não seja, ou não seja apenas, a falsidade. Muitas vezes pensa-se realmente que se está amando e na ânsia de saber se é ou não correspondido, o sujeito peca em ser apressado. Ou ainda no seu momento de egoísmo insiste em repetir tal frase na expectativa de forçar o outro a dizer o mesmo. Apenas para preencher seu ego; para receber um pouco de mimo.
Para não cometer o erro grotesco de descobrir do dia para noite que não gosta realmente daquela pessoa, pense antes de sair aos quatro ventos proclamando amor. Esse sentimento é conquistado ao longo do tempo com dedicação, compreensão, respeito e vontade. Portanto, não o banalize nem o use como espelho de suas dúvidas.
Conheça seus pensamentos e sentimentos bem antes de expô-los.
Talvez o fato das pessoas dizerem "eu te amo" da boca para fora não seja, ou não seja apenas, a falsidade. Muitas vezes pensa-se realmente que se está amando e na ânsia de saber se é ou não correspondido, o sujeito peca em ser apressado. Ou ainda no seu momento de egoísmo insiste em repetir tal frase na expectativa de forçar o outro a dizer o mesmo. Apenas para preencher seu ego; para receber um pouco de mimo.
Para não cometer o erro grotesco de descobrir do dia para noite que não gosta realmente daquela pessoa, pense antes de sair aos quatro ventos proclamando amor. Esse sentimento é conquistado ao longo do tempo com dedicação, compreensão, respeito e vontade. Portanto, não o banalize nem o use como espelho de suas dúvidas.
Conheça seus pensamentos e sentimentos bem antes de expô-los.
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